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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Igor e Naomy- Amor pra toda vida





Vivemos com nossos amigos a melhor fase da nossa vida, mas alguns esquecem que eles como nós também envelhecem.
E é neste momento que temos que pensar que os cuidados tem que serem redobrados.
Nos melhores anos de suas vidas, nos dedicaram tanto amor e alegria, que não podemos esquecer que chegou a vez deles serem cuidados com zelo e carinho.
Geralmente, crianças pedem aos pais, para ter um cachorrinho em casa, brincam, alegram a casa e os donos...Mas o tempo vai passando e a criança crescendo, arranjando outros afazeres e diversão. Os amiguinhos, passam a ficar em segundo plano, agora como a "Alegria da família toda".
Chega um momento, que nossos bichinhos, também envelhecem, também ficam doentes, também necessitam de cuidados especiais.
Nem todo mundo, vive em função do seu bem estar.
E chega o momento, dependendo da situação, de se pensar em sacrificar ou não o seu animal.
Tenho dois poodles, foram e são a alegria da minha vida. Sou mãe deles, no sentido mais lúdico da palavra.
Trato-os como da família, ambos são cardiopatas e um deles esta sofrendo do pulmão( pois conviveu passivamente com fumantes). Cuido, faço inalação, não deixamos sozinhos, dou os remédios nas horas certas, e os mimo o mais que posso, pois sei que nosso tempo esta se esgotando.
Foram 15 anos na companhia destes dois anjos de quatro patas.
Aprendi o que é o amor incondicional com eles.
Naomy, uma fêmea alfa, toma conta da casa toda, enquanto não vê todos bem, chora, faz birra e literalmente chama a pessoa para o lugar em que ela quer que fiquem.
Igor, é a sensibilidade.
Desde que minha mãe morreu, me segue por todos os lados, talvez por medo de perder-me também.
Ele apesar de dois anos a menos que a fêmea, já se encontra mais debilitado, se cansa fácil, anda como se fosse um velhinho, e fico com dó, e o carrego escada acima.
Conto esta história verdadeira, pra desabafar com vocês amantes de animais, como eu, o quanto esta sendo difícil, ver eles envelhecerem, ver eles ficarem dependentes da gente, como se fossem realmente um casal de idosos.
Dói.
Não é fácil saber que logo irão partir...
Mas o que me dá forças, além da assistência veterinária que encontrei, é que estou retribuindo a eles todo amor que deram a mim e minha família.
Então amigos, pensem:
O amor...tem que ser para a vida toda.
Magaly Delgado

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